De uns tempos para cá, venho me sentindo como se estivesse em uma sinuca de bico. Eu era acostumado a assitir so Roda Viva da TV Cultura toda segunda-feira à noite. Isso só quando tomava a liberdade de faltar à faculdade. Acontece que, há alguns meses, o CQC veio dividir minha antenção com o Roda Viva. Não sei o que fazer. Ambos são simulaneamente transmitidos.
Dias atrás estava eu passeando pela internet quando recebi a notícia de que a TV Cultura em parceria com a Fapesp disponibilizou (não sei se) todas as entrevistas já realizadas no programa. As entrevistas estão disponíveis para consulta no sítio http://www.rodaviva.fapesp.br/
Aproveitem!
"Havemos de favorecer e ajudar aos necessitados e desvalidos. Hás de saber, Sancho, que este, que vem pela nossa frente, o capitaneia o grande Imperador Alifanfarrão, senhor da grande Trapobana; e estoutro, que marcha por trás das minhas costas, é o do seu inimigo el-rei dos garamantes Pentapolim do Arremangado Braço, porque sempre entra nas batalhas com o braço direito nu. Este Alifanfarrão é um pagão furibundo, e está enamorado da filha de Pentapolim. Seu pai não quer dá-la ao rei pagão”.
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segunda-feira, 7 de julho de 2008
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Japanese Bug Fights
Eu sempre achei que, quando criança, nunca tinha tido uma brincadeira original. Depois de um tempo, conversando com os amigos sobre a nostalgia de nossos tempos lúdicos, percebi que uma das nossas brincadeiras não era praticada por todo mundo. E fiquei feliz e preocupado ao mesmo tempo. Feliz pela pretensa originalidade da brincadeira. Preocupado por conta de um possível distúrbio juvenil por achar esta brincadeira divertida.
Estou me referindo à arte de pescar aranhas. É simples. Uma linha de costura, um chiclete mascado e a perícia da paciência e de saber a hora certa de puxar. Ao colar um pedaço de chiclete em uma das pontas da linha de costura, você o introduz num buraco de aranha e espera o bote. A sentir que ela atacou a isca, um abraço. É como se ela tivesse caído na rede como um peixinho (desculpe a analogia; não pude evitar). Você a tira do buraco, pois ela estará grudada no chiclete e a coloca em um pote qualquer, de preferência um que tenha as paredes internas lisas para que ela não possa subir pelas paredes (outro trocadilho infame).
A nossa melhor brincadeira era colocar as aranhas para brigar depois de tê-las apanhado em um dia de boas pescarias. Não chegávamos a apostar naquela que sobreviveria a todas as lutas porque não éramos assim tão macabros. Mas o que a gente fazia não chegava nem aos pés do que esses japoneses deste site fazem.
Chequem e me digam se não tenho razão.
PS: Os caras chegam ao cúmulo de narrar a luta!
Estou me referindo à arte de pescar aranhas. É simples. Uma linha de costura, um chiclete mascado e a perícia da paciência e de saber a hora certa de puxar. Ao colar um pedaço de chiclete em uma das pontas da linha de costura, você o introduz num buraco de aranha e espera o bote. A sentir que ela atacou a isca, um abraço. É como se ela tivesse caído na rede como um peixinho (desculpe a analogia; não pude evitar). Você a tira do buraco, pois ela estará grudada no chiclete e a coloca em um pote qualquer, de preferência um que tenha as paredes internas lisas para que ela não possa subir pelas paredes (outro trocadilho infame).
A nossa melhor brincadeira era colocar as aranhas para brigar depois de tê-las apanhado em um dia de boas pescarias. Não chegávamos a apostar naquela que sobreviveria a todas as lutas porque não éramos assim tão macabros. Mas o que a gente fazia não chegava nem aos pés do que esses japoneses deste site fazem.
Chequem e me digam se não tenho razão.
PS: Os caras chegam ao cúmulo de narrar a luta!
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Histórias Daquelas, e daquelas outras também
Já tive experiências interessantes pela internet. A começar por quando eu entrava na internet para conversar no mirc e no icq. Gastava todo o limite de horas da nossa internet discada na procura de canais interessantes para conversar com pessoas interessantes madrugada a fora. É lógico que, como adolescente que era, não pude resistir à tentação de inventar fakes de mim mesmo para curtir com esperança dos outros. Dizia ser uma pessoa que eu não era, escrevia coisas de outras pessoas dizendo que eram minhas, botava em mim olhos, cabelos e narizes que não eram meus, mudava o destinatário de algumas cartas. Consegui até uma namorada agindo assim. Imagino qual foi a surpresa dela quando a gente teve mesmo que se encontrar. Mas confesso que talvez tenha me surpreendido igualmente quando, mesmo depois de me conhecer, ela aceitou ficar comigo mesmo assim. Até que, enfim, como agora acontece com meu técnico, ela me substituiu.
O que eu queria com este preâmbulo era dizer que a internet nos reserva surpresas deliciosas. Mas para isso a gente deve deixar de visitar só os mesmo endereços todos os dias. E aproveitar dos links. O medo de vírus nos condiciona a ser desconfiado. Eu não tenho medo não. Qualquer coisa dou um "cancelar". Então, me senti muito feliz em saber que as coisas que a gente precisa conhecer já existem, porque alguém já fez. Nós precisamos é complementar, como acontece quando em uma roda de amigos um conta uma piada e os outros vão espichando-a na vã tentativa de tornarem infinitas as momentâneas risadas.
Eu encontrei o que queria. Sem querer. É um blog. Quase tudo hoje tem num blog. Então, a coisa que - sem querer - queria encontrar foi um blog.
Imagine que você é um solitário. Um eterno perdedor. Que você até tem vontade, mas se vê dominado pela inércia de repouso. Falta força para se pôr em movimento. Os seus amigos começam a ficar preocupados com você. Um pouquinho depois, sua família também. Sua avó convence a todos que a solução a lhe achar uma namorada. Eles ficam te apurrinhando até que você fica puto, entra na internet, escolhe meu blog como página inicial, vai no menu à direita e escolhe o link Histórias Daquelas, e daquelas outras também. Posso te garantir que, no mínimo, você vai ver que há chance de se ver coisas boas nessa vida. Ah, para que os presunçosos não se sintam não merecedores da dica, vocês também podem aprender alguma coisa lá. Como eu.
Garanto. Naveguem pelo blog. Leiam os escritos e me digam se aquilo não enche o balão murcho da nossa esperança. Confesso que estou pagando pau pra moça. Mas fazer o que?
Atenciosamente,
Alifanfarrão
O que eu queria com este preâmbulo era dizer que a internet nos reserva surpresas deliciosas. Mas para isso a gente deve deixar de visitar só os mesmo endereços todos os dias. E aproveitar dos links. O medo de vírus nos condiciona a ser desconfiado. Eu não tenho medo não. Qualquer coisa dou um "cancelar". Então, me senti muito feliz em saber que as coisas que a gente precisa conhecer já existem, porque alguém já fez. Nós precisamos é complementar, como acontece quando em uma roda de amigos um conta uma piada e os outros vão espichando-a na vã tentativa de tornarem infinitas as momentâneas risadas.
Eu encontrei o que queria. Sem querer. É um blog. Quase tudo hoje tem num blog. Então, a coisa que - sem querer - queria encontrar foi um blog.
Imagine que você é um solitário. Um eterno perdedor. Que você até tem vontade, mas se vê dominado pela inércia de repouso. Falta força para se pôr em movimento. Os seus amigos começam a ficar preocupados com você. Um pouquinho depois, sua família também. Sua avó convence a todos que a solução a lhe achar uma namorada. Eles ficam te apurrinhando até que você fica puto, entra na internet, escolhe meu blog como página inicial, vai no menu à direita e escolhe o link Histórias Daquelas, e daquelas outras também. Posso te garantir que, no mínimo, você vai ver que há chance de se ver coisas boas nessa vida. Ah, para que os presunçosos não se sintam não merecedores da dica, vocês também podem aprender alguma coisa lá. Como eu.
Garanto. Naveguem pelo blog. Leiam os escritos e me digam se aquilo não enche o balão murcho da nossa esperança. Confesso que estou pagando pau pra moça. Mas fazer o que?
Atenciosamente,
Alifanfarrão
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Cultura Brasil
Aproveitando a deixa anterior, divulgo mais um site onde podem ser encontrados diversos livros disponíveis para download. O endereço é www.culturabrasil.org
Vale a pena conferir também.
Vale a pena conferir também.
Domínio Público

Embora muita gente consiga ganhar muito dinheiro com a internet, sendo um instrumento dialético, há nela também muitas maneiras de se conseguir o que se quer sem precisar pagar os direitos autorais. É claro que há incovenientes. Mas de qualquer forma é uma maneira alternativa de se conseguir virtualmente o que custa caro nas prateleiras materiais.
O site Domínio Público (www.dominiopublico.gov.br) disponibiliza gratuitamente um acervo muito interessante de obras literárias e científicas consagradas, teses de mestrado e doutorados e outras opções de mídia em imagem, vídeo e áudio. Vale a pena conferir. Ainda mais que, por ser bancado pelo governo, o site está ameaçado de desativação pelo baixo índice de acessos. Vamos dar uma olhada. A gente ganha com isso e o site permanece no ar.
sexta-feira, 27 de julho de 2007
O Barra - Zé Com a Mão na Porta
Dica do meu cunhado. Endereço de um grupo teatral chamado O Barra que lança um musical chamado "Zé Com a Mão na Porta". No site você pode comprar o disco, mas pode ouvir gratuitamente a obra. É só entrar em "Músicas".
O "site" tem um visual bem interessante. Os textos se aproximam e se afastam com um clic. Mais fácil do que afastar aquele prato de salada que sua mãe te obrigava a comer quando era criança e mais fácil do que aproximar aquele bife que sua mãe relutantemente te oferecia depois para que seus dentes de leite caíssem logo de uma vez.
Eles classificam "Zé Com a Mão na Porta" como um Ópera Rock. Alguém pode me dizer o que isso quer dizer? Agradecido.
http://www.obarra.com/
O "site" tem um visual bem interessante. Os textos se aproximam e se afastam com um clic. Mais fácil do que afastar aquele prato de salada que sua mãe te obrigava a comer quando era criança e mais fácil do que aproximar aquele bife que sua mãe relutantemente te oferecia depois para que seus dentes de leite caíssem logo de uma vez.
Eles classificam "Zé Com a Mão na Porta" como um Ópera Rock. Alguém pode me dizer o que isso quer dizer? Agradecido.
http://www.obarra.com/
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