terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Litlle Joy

Bem antes do lançamento do disco, os rumores de que a parceria de Rodrigo Amarante, Fabrizio Moretti e Binki Shapiro resultaria numa mistura de Los Hermanos com The Strokes já faziam tremer de ansiedade os desocupados que não passam menos de 10 horas na internet a procura de alguma novidade no mundo da música. Ainda não se sabia muito sobre a sonoridade do disco e a galera já aprovava. O raciocínio era: "Los Hermanos com Strokes? Não pode dar errado!" Acontece que, tão logo saiu o disco em Novembro do ano passado, pôde-se perceber que Little Joy não tem nada a ver uma suposta fusão entre as duas bandas. Quem ouve com atenção a banda carioca sabe que as composições do R. Amarante e as do M. Camelo diferem entre si. O invólucro "loshermânico" não afeta a individualidade de cada uma. E isso fica claro agora que a banda está "dando um tempo" e que se pode apreciar separadamente os trabalhos solos do Rodrigo Barba na bateria do Canastra, do M. Camelo no disco solo "Sou" e do R. Amarante na "Little Joy".
Eu estava bem muito atrás desse disco. Queria ouvir integralmente todas as faixas. Não me contentava com os 25 segundos que a Amazon disponibilizava só pra cutucar anseio consumista. Agora que o tenho, disponibilizo para quem inadvertidamente passar por acaso por este humilde e gratuito espaço virtual.
O disco está uma belezinha. As músicas são muito bonitinhas e gostosinhas de ouvir. Dá um sentimento de nostalgia danada. O triste é que dura pouco: passa um tiquinho só dos 30 minutos. Mas é bom pra ouvir enquanto se toma banho, lava a louça ou arruma as gavetas do quarto.

Curto e memorável. O que me remete a meus bons e esquecidos discos de punk rock.







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Um comentário:

Larissa Pereira disse...

Pô, Cassius.. e os caras vão tocar aqui em Recife esse final de semana..
pena que tá muito salgado - R$ 40,00!!
Fica pra próxima...
bjs!